No episódio de Novembro do Portadores de Esperança, falei com Inês Dias da Silva sobre a esperança e a deficiência. A Inês teve duas irmãs com deficiência profunda que morreram ainda novas. Podia-se pensar que isso a prepararia para o diagnóstico do seu filho Pedro, que sofre da mesma condição, mas nem por isso. Afinal, há esperança para quem tem um filho, ou um irmão deficiente profundo?
- Portadores de Esperança de Janeiro – “Eu não gosto de ir à cadeia. O ser humano não foi feito para viver daquela forma”
- Portadores de Esperança de Fevereiro – “A dependência é uma relação que desumaniza. O oposto é a comunhão”
- Portadores de Esperança de Março – “As pessoas esquecem a sua dignidade quando vivem na rua”
- Portadores de Esperança de Abril – “Há verdadeira esperança na dor e na adversidade”
- Portadores de Esperança de Maio – “A nossa missão é descobrir na prostituta um sacrário”
- Portadores de Esperança de Junho – “Amar é também querer amar. É uma decisão”
- Portadores de Esperança de Julho – “A esperança é o que move os refugiados”
- Portadores de Esperança de Setembro – “É uma grande graça trabalhar nos cuidados paliativos”
- Portadores de Esperança de Outubro – “Há esperança na política? Tem de haver!”
- Portadores de Esperança de Novembro – “Os deficientes são a presença viva de Jesus nos nossos tempos”