
Estou de regresso depois de uma pausa maior do que esperava, mas trago novidades. A partir de hoje podem aderir ao grupo de WhatsApp do Actualidade Religiosa, ou ao canal de WhatsApp. Se não sabe a diferença, está tudo explicado aqui.
O principal tema das últimas semanas tem sido a questão do mosaico do Pe Marko Rupnik, em Fátima. Depois de o Santuário de Lourdes ter anunciado que vai remover os mosaicos desenhados pelo sacerdote que se veio revelar um predador sexual, Fátima insiste que vai manter a obra. Escrevi sobre o assunto para o Expresso, juntamente com uma entrevista com Fabrizia Raguso, que foi vítima de Rupnik. Tenho também uma versão inglesa do artigo e da entrevista no The Pillar, mas que têm a vantagem de não precisar de assinatura.
Claro que as opiniões sobre o que fazer com as obras de Rupnik se dividem, e isso é legítimo. Para mim o mais importante é saber se as vítimas se sentem valorizadas e envolvidas nos processos de discernimento. E aí, como explico neste vídeo, penso que a Igreja em Portugal poderia ter feito muito melhor.
Um padre foi assassinado no México, num local onde as ameaças à Igreja partem tanto do crime organizado como da política.
Em grande parte do mundo, Setembro é mês de regresso às aulas! No Médio Oriente as escolas cristãs desempenham um papel crucial, mas com o ambiente actual a sua vida é cada vez mais difícil.
Todos os anos um luso-alemão traz um grupo de famílias católicas alemãs para Portugal para surfar e rezar. Conversei com o capelão e o organizador sobre esta atividade.
E termino com a notícia bizarra de uma diocese histórica em Angola, sede do primeiro bispo negro de África Subsaariana, onde alguns pedem agora que seja nomeado um bispo branco! A carta enviada para a nunciatura gerou discussão acesa.